sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Polegadas do Bracco: Liberdade de opinão

Polegadas do Bracco: Liberdade de opinão: Desde a último post , penso muito sobre escrever até eu assistir e descobrir a grande polêmica que ronda a personagem/jornalista Raquel Sheh...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Liberdade de opinão

Desde a último post, penso muito sobre escrever até eu assistir e descobrir a grande polêmica que ronda a personagem/jornalista Raquel Sheherazade.
Muito se fala dela e nesse mês de fevereiro ela saiu do underground das redes sociais até a crônica de grande repercussão da ação de jovens justiceiros no Rio de Janeiro.

Muito triste o que aconteceu, no entanto - vê-se que nos últimos tempos - enquanto muitos diziam que às ferramentas das redes sociais ficariam somente no nível da futilidade social e que não ultrapassariam e nem chegariam a margem da grande mídia televisão, se enganou. Afinal, pelo menos na minha timeline do Facebook a jornalista é trend topic!

Por tudo que já falaram, acredito que o maior erro vem da SBT ter contratado um profissional como a Raquel, para comentar assuntos cotidianos, que na qual por hora não utiliza seu espaço que tem com excelência total (minha opinião).

Veja que não crítico o fato dela, achar ingratos os defensores de um laicismo radical, como fez em sua crítica ou a opinião do digníssimo Marco Feliciano.
Mas, acredito que quando um profissional de comunicação que põe suas questões pessoais, crenças e ideais é possivelmente passível a erro. Como no caso "Adote um bandido" que após alguns vídeos que assisti dela com suas críticas a sociedade, percebo que muitas coisas que fala fazem sentido e outras não.

De voz forte e intensa como uma boa comunicadora que é - não consigo negar isso - acho que nesse comentário ela errou (e copiando a fala do esquete, sobre a mesa, dos Portas dos Fundos) "errou feio, errou rude".

Talvez chocou por que pegou pesado em sua crítica, mas fico com a pergunta: quem nunca quis usar de ato violento quem o violentou seja em um assalto ou sequestro? Nunca sofri nenhum dos dois casos, mas dizer que o ato dos justiceiros foi de legítima defesa coletiva contra uma sociedade sem estado. Foi ruim e de péssimo gosto.

Tenho a impressão que daqui a pouco chegaremos ao ponto do filme que vi tempos atrás Uma noite de crime (veja o trailer, abaixo). Certas coisas não devem ser ditas com base no senso comum individual. Ainda mais na TV aberta que é vista por todas as classes, religiões, crenças...




Enfim é como disse o seu colega de bancada:"minha opinião é minha opinião, a da Raquel é opinião dela e quando há uma opinião da casa é um editoral e que todos tem direito a opinião e a liberdade de expressão".

Então deixo aqui a minha.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Quase proibida

Você já pensou em ser entrevistado? E se fosse por uma jornalista famosa? Pois é eu já me peguei imaginando várias vezes, o que eu ia dizer e quais seriam as perguntas.

E essa semana voltei a imaginar isso porquê assisti o programa Marília Gabriela no Gabi quase proibida no SBT (gostei do nome, mas da abertura não ficou meio anos 80).
Com isso, fui pesquisar no site do canal mais vídeos e vi que faz um bom tempo que o conceito do programa mudou. Este está no ar desde junho de 2013. Ops! Me achei bem out.



Agora a jornalista entrevista artistas, especialistas e convidados para falar de assuntos mais picantes aliados à informação após a meia-noite, mas como estamos falando da Gabi, ela tem o dom de tocar nesse assunto sem vulgaridade e com muita sutileza de uma rainha. Na TV fechada ela continua com seu programa no canal GNT Marília Gabriela entrevista. 

Com o convidado, Ney Matogrosso, ela perguntou para ele como se relacionava com o sexo feminino e masculino. E aí vem a sutileza, pois se referiu pelos pronomes "ele" e "ela". Vendo o programa até o tom de voz dela tem uma certa delicadeza à pergunta. Incrível.

Tenho que dizer que gostei muito do programa, no primeiro momento achei que seria mais ou menos, igual ao de Sue Johanson do GNT, (tendo em vista que o programa é veiculado no SBT e eles não tem muito bom senso né. Lembram do "ai que susto"?).

Nas entrevistas, ela não aborda somente sobre sexo, orgasmos e afins. Gostei muito dela entrevistando um casal de soropositivos sobre o HIV. Vale a pena ver (veja aqui).

No entanto, nem tudo é perfeito nessa vida o programa, de acordo com a coluna de Flávio Ricco, o  está prestes a sair do ar por causa do talk show de Danilo Gentili previsto para março. Será que continua até lá. O programa nas madrugadas de quarta às 0h.

Tchau.






segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Way of life....



Ah como é emocionante ver uma novela de Maneco (Manoel Carlos), admito que gostaria muito de viver um personagem dele, o que chamo de "way of Manoel Carlos".
Já consigo imaginar as paisagens deslumbrates do Rio ao som de Bossa Nova.
A abertura está incrível, com uma bela direção de arte (veja aqui) é embalada por "Eu sei que vou te amar" interpretada pela voz de Ana Carolina. Perfeito!

Drama, tensão, amor, provocação, sofrimento, felicidade tudo isso misturado com muita 
sensibilidade, são esses adjetivos que traduz sua narrativa, que nos emocionam em belos diálogos. Tenho que dizer que geralmente as novelas de Maneco parecem ser muito extensas, melodramáticas (quase mexicanas) por ter uma narrativa lenta, no entanto considero isso bem positivo! Afinal com isto ele firma sua característica de escrever suas novelas ao contrário de alguns escritores que por hora você não entende "lé com cré".

Pelo primeiro capítulo vejo uma Helena, audaciosa, moderna, madura, seja em sua fase de pré-adolescencia ou jovem, isto faz com que eu fique mais ansioso para ver o que essa Helena - interpretada por Julia Lemmertz - na vida madura vai aprontar. 

Para quem viu a matéria de Julia com Maneco, no Fantástico, essa é a novela que ele fecha o ciclo de Helenas. Ele começou com sua mãe Lilian Lemmertz em Baila Comigo de 1981 e terminará com sua filha. Uma ótima homenagem. 
O escritor ainda disse que se Lilian estivesse viva ela também participaria da novela. 
Não seria nada novo em Por Amor, Regina Duarte atuou com sua filha Gabriela, lembram?
Óbvio que nem tinha nascido em 81, mas em todo minha pesquisa, as críticas para Lilian são que ela foi esplendorosa como a primeira Helena.

A novela hoje, marcou 31 pontos em sua estreia, segundo Ibope. 
Vamos esperar os próximos capítulos.



E atualmente vejo a série norte americana Scandal, escrita por Shonda Rimes, aqui televisionada pelo canal Sony.
A série se passa em Washington, D.C e é estrelada por Kerry Washington, que interpreta Olivia Pope, uma ex-funcionária da Casa Branca responsável pela criação da Pope & Associates, uma empresa de gestão de crises que tem um caso com o presidente. 
Lembrou de Monica Lewinsky né? 

O mais surpreendente é que esse personagem de Kerry, é real e ainda ajuda como co-produtora executiva, inspirando e ajudando Shonda na série.
O nome dela é Judy Smith, relações públicas que também tem uma empresa gestão de crises que leva seu sobrenome. Ela já foi vice-secretária de imprensa do governo de Geroge H. W. Bush em 1991 e atuou em crises histórias, como na Guerra do Golfo e no escândalo de Bill Clinton e Mônica Lewinsky. Respondida.

O que gosto mais da série é que ela é verdadeira, quebra alguns paradigmas de ficcão. Ainda mais olhando pela ótica que a protagonista existe na vida real.
A história de cada capítulo é muito bem amarrada sempre! Uma mistura de sentimentos muito homogênea. Nada muito diferente no que vemos em Greys Anatomy (que foi criada por Shonda), mas com uma temática diferente, neste caso a política. 

Lá fora é um sucesso e a 3 temporada já está confirmada, a média de audiencia é de 8 milhões de espectadores por semana, de acordo com o jornal O Globo. 

Acredito que tanto a personagem de Olivia Pope poderia ser uma Helena, quanto a história da série poderia ser escrita por Maneco.

Bom para mim a série é um sucesso, vivo com os personagens a cada história grandiosa contada. E vai por mim sempre são grandiosas, um escândalo. Assista!


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

EDIÇÃO ESPECIAL: VIDA, VIDA.....

ÉPICO, "acontecimento histórico grandioso e dramático, que implica em alguma mudança histórica ou foi um fato de grande relevância".(Fonte)
Poderia acabar esta postagem somente com esta frase, mas não seria suficiente para comentar sobre esta novela.





Li muita coisa dentro e fora da web sobre a novela, claro o que mais se sobressaiu foi a crítica negativa. Sendo que, quando falamos de novela é igual falar de futebol. Todo mundo tem uma escalação. É normal.

No entanto esse final foi realmente épico, não somente pelo primeiro beijo gay (masculino) na grande TV Globo, mas por toda a história que foi intensa e dramática em torno de um assunto que nos dias atuais esquecemos desse sentimento, o amor.
Piegas? Acho que não, pois faz muito tempo que uma novela tratava desse sentimento que trouxe como inspiração casos cotidianos da vida real. E acredito que o sucesso veio daí.

Muitos reclamaram dizendo que a novela não se aprofundou em assuntos importantes que ela tratou como AIDS, lúpus, homossexualidade, adoção de casai homossexuais, câncer, preconceito contra gordos, barriga solidária, judeusvspalestinos, sadamasoquismo, perigo de métodos arcaicos de psiquiatria, e, por aí vai.    
Para isso eu tenho uma explicação e/ou teoria muitos simples. Se o autor, os diretores da globo se aprofundassem em cada assunto desse, isso não se chamaria novela, dramaturgia. Seria um documentário. Lembrem-se que nem Glória Perez consegue dar toda a atenção para os assuntos sociais que aborda em suas novelas.
Nessa novela é como disse acima, o maior assunto era o amor e tudo o que nele se relaciona no dia-a-dia de todo mundo.
Afinal foi bonito ver a personagem Inaia (Raquel Villar) encontrar um novo amor. Ok o desfecho foi muito rápido, sendo que o importante foi mostrar que, sim, um portador de HIV pode viver normalmente com os que não tem.

Comentando mais sobre o fim, destaco 4 cenas:

• Cena final de César e Félix, acompanhada por uma trilha super emocionante (ouça aqui) não teve quem não chorou nesse momento. Pelo menos uma lágrima no canto do olho esquerdo rolou;

• Beijo gay, revolucionário e transgressor;

• Aline eletrocutada, achei animal, muito real e instigaste; 

• Edith e mordomo, curti muito a plástica que a cena teve.

Enfim amor à vida, acabou na telinha, mas espero que perdure na vida de todos.

Fim.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A 14" do meu quarto.

Faz mais ou menos duas semanas, comecei a fazer um zapping na minha televisão de 14’’ com antena UHF e encontrei um programa ótimo na Band o desconhecido por mim até então, Sabe ou não sabe. Já viu? Não? Então deveria ver!

"Formato da israelense Dori Media e sucesso de audiência na Argentina, Equador, Espanha e Portugal,

o “Sabe Ou Não Sabe” é um game show diferente de todos já produzidos no Brasil". 
(fonte: http://entretenimento.band.uol.com.br/sabe-ou-nao-sabe/o-programa.asp)


Despretensioso e divertido com um fórmula bem simples e que funciona muito com nós brasileiros. O programa acontece na ruas e cada participante passa por 6 perguntas para chegar ao prêmio de R$ 3 mil, Se o jogador tiver sucesso na quinta pergunta, ele pode parar e levar o dinheiro para casa. Se ele topar o desafio da sexta e última pergunta, o prêmio dobra. Caso a pessoa escolhida não tenha sucesso, o participante perde tudo. Durante o jogo o participante tem direito a ligar para um conhecido (seja lá quem for), mesmo que não acerte ele poderá ligar para outras pessoas. Mas se a pessoa escolhida não atender, GAME OVER. (Veja abaixo o vídeo)


O mais divertido é que nem sempre o escolhido tem que acertar a resposta, por hora a resposta errada é a certa também. Por isso, o programa se chama Sabe ou Não Sabe.
O programa é apresentado pelo Andre Vasco (ex-MTV e SBT) que eu acho que não tem muito carisma, mas não podemos negar que o garoto é um bom comunicador de diversos públicos. 

No entanto, o conceito do programa não difere muito do programa do Silvio Santos de todo domingo.

















E hoje, estreou na Globo a série A Teia, mesmo tendo uma temática diferente da Amores Proibidos (que eu traduzi para Amores trepados, você entendeu né?). Pela primeira cena de ação, já foi emocionante e manteve nível alto de produção, atuação e edição. 

O teaser que passou desde a última semana, mostrou uma trilha excelente, mas juro que não entendi porque Come as you're do Nirvana. Será que fizeram relação do tiroteio e a parte da música que diz: "No I don't have gun" , afinal os vigilantes estavam desarmados? Só sei que a trilha da séria é classe A, nada como um bom e velho rock! Conta com as bandas Roling Stones (Will Horses, Angie e Hearts for sale) e Nirvana (Come as you are). A principio eu gostei, Vamos esperar para ver os próximos capítulos.

Até.




segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Boa Noite

Em um jantar espetacular que tive com o meus amigos Letícia e Greg, tive mais um dia de zapping da televisão brasileira.

E lógico que não poderia deixar de comentar sobre a cena espetacular de Aline (Vanessa Giácomo) esfaqueando o personagem do Ninho (Juliano Cazarré) da novela Amor à vida.
Ela realmente está incrível - como toda a novela -  sua personagem escrita por Walcir Carrasco, é extremamente persuasiva, debochada, perversa e odiada. Este último adjetivo para nós brasileiros é um ponto crucial de SUCESSO para qualquer ator ou atriz. Mas acredito que esta noite ela se superou! Rolou até trend topic com #ninho, #essaaline. Segundo prévia do Ibope a novela alcançou picos de 50 pontos, cada ponto equivale a 62 domicílios.

Para a cena dou nota 10! Declaro aqui, que fiquei sem fôlego e extremamente ansioso, afinal todos nós sabíamos o que ia proceder enquanto Aline sensualiza para o Ninho.
Lembrei muito da cena clássica de Piscose do Alfred Hitchcock.

Mas como toda novela, ele tinha que se salvar e achei um pouco forçado o sofrimento do Ninho, no entanto faz parte da nossa dramaturgia.
Depois de ver a cena, chego a conclusão mais uma vez que desde a novela A Favorita de João Emanuel Carneiro, temos uma grande reviravolta em nossa novelas, porém não vejo uma cena assim desde a morte de Odete Roitman personagem vivida por Beatriz Segall em Vale tudo (1988). No dia de exibição da morte de Odete, em pleno sábado de Natal a novela registrou 81 pontos com picos de 92, segundo Ibope. Incrível! Fonte: (http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2011/06/29/a-terceira-morte-de-odete-roitiman/)

Depois da novela como em 14 anos de verões globais, temos BBB. Tenho que dizer que não consigo criar nenhum vínculo com os participantes como tive nos outros. Todos parecem "xoxos", chatos e sem graça.

E passando para a TV fechada, tive dois momentos um vendo um documentário da Multishow do Mamonas Assassinas. Percebi que eles fazem falta com o humor escrachado deles. Após em um breve momento vi Jack Ass 2.5. Realmente não entendo o fascínio de ver a trupe se f*** em ações esquisitas. Não sei se posso chamá-los de comediantes, mas ri pacas.

E para terminar estou vendo Os Normais 2, isso sim é realmente engraçado só que preciso dormir!

Boa Noite.